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terça-feira, 25 de maio de 2010

Tirzah Braga - Coisa de Família

Desde pequenininha é apaixonada pelo Flamengo. Hoje, jornalista graduada, não esconde seu amor pelo futebol, fato que não rendeu apelidos a ela, garante. Tirzah dá seus pitacos no Portal Olho Vivo Online de Aracajú, Sergipe, e no blog.

HS: De onde surgiu seu interesse pelo futebol?
TB: Meu pai (o nome dele é Wilson) é um amante de esportes. Tem no futebol sua grande paixão e por ser muito ligada a ele, eu acabei herdando esse amor também. Meu irmão (Thiago) mais velho é muito fanático. O que acabou influenciando ainda mais essa minha paixão pelo esporte. Sou apaixonada por futebol desde bem pequenininha, não sei precisar quando exatamente. Lembro do título do Flamengo, no Brasileiro de 1992, eu tinha uns oito anos. Acho que é natural.

HS: Dentro do ambiente jornalístico, existe preconceito contra a mulher que cobre esportes?
TB: Eu não faço coberturas de esporte. Tenho uma coluna no Cinform (jornal de Sergipe) e um blog no site da mesma empresa. Acaba sendo mais de opinião mesmo. Gostaria muito de enveredar por essa área. Fui bem aceita pelos meus colegas. Grande parte me elogiou, e isso é positivo. Porém, acredito que exista preconceito sim, mas já foi pior. Os homens, em geral, não dão muita credibilidade. Acham que as mulheres não entendem mesmo. E por vezes quebram a cara. Muito marmanjo já veio discutir comigo e acabou levando a pior. Acho que está melhorando, mas falta muito ainda.

HS: Se você fosse homem, ia curtir uma mulher que sabe tudo de futebol?
TB: Lógico. Namorar não é compartilhar? Então, tantas mulheres brigam por causa dos jogos. Querem outros programas. É bem melhor uma mulher que curta um joguinho, converse sobre o tema. Mais um momento para ficarem juntos e menos um motivo para brigar. Eu nunca recebi reclamações, pelo contrário. Sempre foi ponto a meu favor.

HS: Você só gosta de assistir ou joga futebol também?
TB: Gosto dos dois, mas tem tempo que não jogo.

HS: De onde surgiu seu interesse pelo futebol?
TB: Meu pai (o nome dele é Wilson) é um amante de esportes. Tem no futebol sua grande paixão e por ser muito ligada a ele, eu acabei herdando esse amor também. Meu irmão (Thiago) mais velho é muito fanático. O que acabou influenciando ainda mais essa minha paixão pelo esporte. Sou apaixonada por futebol desde bem pequenininha, não sei precisar quando exatamente. Lembro do título do Flamengo, no Brasileiro de 1992, eu tinha uns oito anos. Acho que é natural.

HS: Dentro do ambiente jornalístico, existe preconceito contra a mulher que cobre esportes?
TB: Eu não faço coberturas de esporte. Tenho uma coluna no Cinform (jornal de Sergipe) e um blog no site da mesma empresa. Acaba sendo mais de opinião mesmo. Gostaria muito de enveredar por essa área. Fui bem aceita pelos meus colegas. Grande parte me elogiou, e isso é positivo. Porém, acredito que exista preconceito sim, mas já foi pior. Os homens, em geral, não dão muita credibilidade. Acham que as mulheres não entendem mesmo. E por vezes quebram a cara. Muito marmanjo já veio discutir comigo e acabou levando a pior. Acho que está melhorando, mas falta muito ainda.

HS: Se você fosse homem, ia curtir uma mulher que sabe tudo de futebol?
TB: Lógico. Namorar não é compartilhar? Então, tantas mulheres brigam por causa dos jogos. Querem outros programas. É bem melhor uma mulher que curta um joguinho, converse sobre o tema. Mais um momento para ficarem juntos e menos um motivo para brigar. Eu nunca recebi reclamações, pelo contrário. Sempre foi ponto a meu favor.

HS: Você só gosta de assistir ou joga futebol também?
TB: Gosto dos dois, mas tem tempo que não jogo.

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